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Ae galera, que fique bem claro que este post não tem o intuito de incentivar nenhum tipo de violência, porem as vezes faz muita falta umas cenas como esta… onde vem alguém metido a pitboy querendo provar a sua masculinidade diante de uma platéia, e são derrubados de forma gloriosa geralmente por alguém que aparenta ser mais fraco ou humilde…  e o melhor de tudo e que levam uma briga como antigos machos e não como covardes que pegam um revolve e resolvem tudo… aff

fica parecendo meio que aqueles filmes trashs chineses ou mesmo norte americanos o qual entra um sujeito no bar, ai vem um ignorante ((ele irá apanhar muito…rs)) e começa a mexer com o semi-herói, e é quando em uma escapada memorável o mocinho bloqueia um golpe e ja acerta outros vinte sequenciais, no cara e em todos os outros do bar, principalmente o barman, mas esse apanha pouco porque alguém precisa contar depois neh…rsrs

para os que sentem falta de heroísmo nos dias de hoje, esta ai uma primeira lista de videos!!

Nunca mexa com a namorada de alguém, principalmente se ele lutar boxe!

esse aqui em cima é muito legal, o cara defendendo a namorada dele!!

meio gay, mas o cara ensinou uma lição legal pro maninho…rs

e para finalizar um video com só Nocaute e a musica ficou demais também!

abração galera!

por; R Daros

Justiça

Publicado: 9 de março de 2010 por Knicks em Cotidiano, História, Publicidade
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É pessoal temos um evento muito importante que precisa de toda a nossa atenção este ano, não é a Copa ok(ela também merece atenção mas um pouco menos rsrs, teremos muitos posts sobre ela)…..

Este ano temos as eleições e não podemos deixar para se preocupar com elas apenas em setembro e outubro, precisamos pensar e observar muito bem os candidatos e suas campanhas….

Muitas pessoas foram eleitas, e tiveram um desempenho lamentável e fizeram males as vezes irreparáveis para o país, o que poderia ter sido evitado apenas com uma maior investigação da sua campanha.

Muita coisa merece nossa atenção se quisermos melhorar este país e mostrar a todos que somos a geração que veio para revolucionar o país e transforma-lo em uma grande nação desenvolvida.

Os fundos de campanha precisam ser estudados para que depois não hajam duvidas.Esse é um erro critico que acompanha o país há varias eleições desde o Collor até o FHC, todos foram investigados por fundos ilegais para campanhas ou dinheiro a mais ou arrecadado antes do prazo.

O tempo de campanha é muito importante, já que é proibido fazer campanha antes do mês de junho do ano eleitoral, e não é o que tem se visto, uma vez que temos deputados e senadores que fazem campanha todos os meses do ano durante muitos e muiots anos até serem eleitos.

E temos até um caso muito recente, o da Sra. Dilma Rousseff que ontem em uma confraternização para comemorar o dia das mulheres feita com dinheiro publico fez uma campanha explicita de sua candidatura ao cargo de Presidente de nosso país, a secretária estadual fluminense de  Assistência Social, a petista Benedita da Silva subiu ao palco e disse: “Não podemos perder este momento. Eu quero uma presidenta do Brasil. E o seu nome é Dilma Rousseff”,  segundo relato de “O Globo”.

Em total desrespeito a lei e com a presença do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da própria ministra houve campanha antes do prazo, e se tudo isso não fosse suficiente foram distribuídos leques de papel com a inscrição de um dos lados: “Ele é o Cara” (com uma foto do presidente) lembrando o elogio feito por Obama e do outro lado “Ela é a Coroa” (com uma foto da ministra).

Vergonha!!!

Este ano é bom que prestemos atenção a estes pequenos detalhes que fazem toda a diferença, pois se algum candidato não rspeita a lei agora porque ele respeitará depois de eleito???

Acorda Brasil!!!

Aparecemos nas revistas e jornais, somos o grosso do público consumidor e hoje estamos entrando no mercado de trabalho. Muitos recrutadores nos odeiam, mas uma minoria nos adora. Nos chamam de Geração Y.

Mas quem somos nós, realmente?

A Geração Y, também referida como Geração da Internet é um conceito em Sociologia que se refere, segundo alguns autores, à coorte dos nascidos após 1980 e, segundo outros, de meados da década de 1970 até meados da década de 1990, sendo sucedida pela Geração Z.

Definição da Wikipédia.

A geração Y é, na realidade, fruto de todo um cenário econômico e social que levou mais ou menos à uniformização da maneira de pensar do jovem atual (nós!). Comecemos analisando a década de 80.

The 80’s

Era o início de uma certa instabilidade econômica mundial. Países em desenvolvimento adquiriram dívidas monumentais junto ao FMI. Um deles foi o México, que em 1982 entrou em crise, que se agravou em 1985, quando um terremoto atingiu a Cidade do México.

O padrão de vida do consumidor subiu, gerando demanda por produtos de maior qualidade, assim como maior consumismo. Foi o revival da economia laissez-faire e do capitalismo exacerbado, bem como a consolidação dos Estados Unidos da América como a maior superpotência mundial (superlativos e pleonasmos intencionais), quando a eficiência das rotas comerciais transpacíficas igualou a das rotas transatlânticas.

Em 1989 a política chinesa (Comunismo de Mercado, lembra?) culminou no massacre da Praça Tiananmen.

Estudante enfrenta tanques na Praça Tiananmen. 3000 mortes. É pra esquecer?

Foi também uma década marcada pelo maior crescimento populacional já visto, principalmente nos países africanos e do sul/sudeste asiático.

Houve guerras e invasões. A Rússia invadiu o Afeganistão durante a Guerra Fria, O Líbano se incendiava em 82, a primeira guerra do Iraque ocorreu de 80 a 88, os EUA bombardearam a Líbia e pretendiam descer detonando a América do Sul pra acabar com o Comunismo e com as drogas (lembrando que tinham alguns anos antes perdido em casa a guerra do Vietnã), e guerras civis irrompiam por toda a África e pela Palestina (como desde sempre).

Sem esquecer da Guerra Fria, da eleição do Ronald Regan, do Gorbatchev, dos assassinatos do Lennon, do Gandhi, do Olof Palme, do início da pandemia da AIDS, das campanhas pelo uso do cinto de segurança, do início da rejeição do fumo (começou aí), do surgimento do “politicamente correto”, do vazamento do navio da Exxon, do desastre em Chernobyl, da desintegração do ônibus Espacial Challenger, dos direitos homossexuais, do surgimento dos Arcade, dos Atari, da Apple, da Nintendo, da popularização dos PCs, da falência da Chrysler, da queda do mercado automobilístico europeu…

Na Cultura Popular houve o surgimento da Disco Music, da MTV, da extrema popularidade de grupos como Queen, Duran Duran e bandas de Heavy, Hard e Thrash. Foi a década do Live Aid, do Hip Hop, do Punk, do House, Techno e de covers fajutos de Michael Jackson com sua luvinha branca e jaqueta de couro. Filmes como “E.T.”, “Indiana Jones”, “Star Wars”, “Top Gun”, “De Volta para o Futuro” e “Crocodilo Dundee” fizeram sucesso, assim como Super Mario Bros, Pac Man, Zelda e Tetris.

Créditos: Erik Johansson - http://www.alltelleringet.com

Enquanto isso, na Terra do Índio Pelado…

…não só os índios como o resto do povo acabava pelado. Lembra do Fernando Collor e seu plano genial de congelar as contas dos bancos brasileiros? Teve gente por aí que foi morar dentro de barril.

Mas antes disso rolou um quebra-pau em São Paulo por causa da inflação e dos aumentos de impostos, que envolveu também sindicatos. Adivinha quem foi preso no meio da muvuca? Beijo do Titio pra quem lembrar…

"É... Não lembro não..."

Foi aí que tivemos de segurar a barra da inflação e da dívida externa (que tinha começado lá na época do Kubitschek) pra poder agradar o FMI. Pra ajudar, o MST invadia propriedades privadas pra incitar uma reforma agrária, sem saber (ou sabendo, vai saber…) que as invasões só atrapalhavam o plano econômico que o Figueiredo (sim, ainda estávamos na ditadura militar) bolou pra sair da saia justa. Daí pra frente vem as “Diretas Já” e uma sucessão de mandatos, uns canalhas (o Collor) e outros que nem sequer assumiram (o Tancredo Neves, avô do Aécio, que morreu na véspera da posse), outros que inventaram de privatizar as estatais e outros que abraçaram e levaram pra cama o populismo.

No meio dessa zona onde os políticos não mudam (lembrando que esse ano é ano de renovação da câmara e do senado), as gerações foram se sucedendo… Nossos pais nos colocam no mundo e gradualmente cedem lugar a nós (enquanto eu procuro emprego minha mãe quer mesmo é se aposentar), e as empresas podem encarar nossa chegada olhando meio torto…

Afinal, qual a diferença entre nós e nosso pais ou avós?

Como nossa geração é vista.

Definições simplificam problemas. Mas toda a simplificação superficializa o debate do problema. Tal ato, o de definir, é necessário pelo simples fato de sermos diferentes, mas compartilharmos de certas características muito peculiares.

Estudos psicológicos colocam nossa geração como Estimulada, Engajada, especialista em multitasking, ambiciosa, informal, inovadora, escolarizada, autodidata, preparada, ansiosa…

Obviamente tal definição não se aplica a todos, mas a maioria das pessoas de 18 a 25 anos que está se inserindo agora no mercado de trabalho se encaixa nesse perfil. Os Empregadores pensam duas vezes antes de contratar um Y exatamente por chegarmos muito bem preparados para o mercado de trabalho, mas sem vivência ou experiência, com vontade de passar por cima dos procedimentos da empresa, garra para crescer e fazer nosso nome.

Somos fruto de cada fato passado na década de 80 e 90, de pais preocupados com nossa formação acadêmica e preparo profissional (afinal vivemos num mundo onde trabalhamos a vida toda). Somos preocupados com questões sociais (hoje em dia ninguém é racista) e ambientais, devido ao consumo de mídia e informação (minha namorada não suporta ver torneira escorrendo, exatamente por causa das campanhas publicitárias em prol do meio ambiente). Constituímos um ótimo público consumidor de novas tecnologias, algumas delas muito direcionadas a nós (tente fazer sua avó usar twitter), com uma ótima capacidade para ensinar nossos superiores (explique a seus pais o que é Twitter), e temos uma grande tendência a aceitar e utilizar produtos de telefonia celular que fazem muito mais do que fazer e receber ligações. Gostamos de conectar nossos mundos e criar informações para poder compartilhá-la com o mundo.

"Mais que fazer e receber chamadas? O meu nem isso!"

Formamos um ótimo mercado consumidor, e a publicidade já se adaptou a nós. Mas será que o mercado de trabalho se adaptará a nós ou nós é que teremos que nos adaptar?

E você? Como se vê? Se encaixa no perfil da chamada Geração Y? Não se encaixa?

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